Eu sou o que eu sou (Sessões Bem-Amadas)

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Um ano e meio atrás uma super amiga minha me disse: Lelê, você tem que ter um espaço, atender pessoas, dar cursos! Você é muito sábia, tem solução e dica para tudo. Por favor, trabalha com isto!

Refleti muito sobre esta ideia e cheguei a conclusão que:

Eu, Helena, tenho a mania de endeusar pessoas. Se a pessoa me atende como algo, qualquer que seja: “curador espiritual”, “ginecologista”, “psicólogo de fenô”…. o mínimo que espero deste “Deus” no assunto é que ele aplique em sua própria vida tudo o que ele me passou. Posso estar sendo um tanto utópica, mas é isso que faz um profissional de qualquer coisa ganhar meu respeito e admiração, pode ser um padeiro. Eu me vejo como “Deusa” da minha vida. Como me darei um título de terapeuta da sua vida?

Na época, antes de eu escrever o livro, eu me imaginei toda vegana em um espaço “zen” e respondi para a minha amiga:

-Nem a pau! Sabe por que? Porque acho uma hipocrisia eu ficar pregando coisas que eu não seja íntegra e se tem algo que não me desce é hipocrisia, “fazer tipo”. Ah, sou zen, budinha e insenso, mas quando você sair do espaço vai me encontrar no restaurante da esquina comendo coxinha, tomando café e fumando meu cigarrinho sendo que a dez minutos atrás eu te disse que cafeína é um veneno. Sou humaníssima demais para pagar de zen, apesar de adorar a filosofia e buscar trazê-la ao máximo para a minha vida (tenho até um Buda tatuado no braço de tanta simpatia). Acho mais prudente eu continuar dando meus conselhos do meu jeito para as pessoas que eu amo.

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Faça o que você sente em seu coração que é certo, porque será criticado de qualquer forma

Outra coisa que sempre odiei nas terapias é que eu tenho a mania de querer ficar amiga das pessoas (de qualquer uma que parece interessante), portanto, como frequentei profissionais muito bons, eles nunca quiseram ser meus amigos. Indiquei amigos, pedi descontos e os caras permaneceram “profissionais”. Acho linda esta ética. Admiro a postura. But it’s not my cup of tea. O que só comprova que eu não seria uma psicóloga ou terapeuta ética.

Aí veio o livro. Aí veio o site. Aí veio a ideia das sessões. Curti a ideia de atender mulheres portanto que eu não me perdesse do meu jeito “natural”, sem hipocrisias, mas sempre com todo meu amor e conselhos. Sou formada em moda e jornalismo, por hobbie, eu sou auto-didata e curiosa em astrologia, cristais, tarot, plantas, pompoarismo, shiatsu, budismo, yoga e etc. Fiz curso de Reike 1 e 2, de Encontro com Anjos,  massagem Tântrica Tantralight 1 e workshop de tachyons. Frequentei os mais variados (muitos mesmo) tipos de terapias alternativas no Brasil e no exterior e estou na filosofia tântrica há um ano. C’est tout. O que eu aprendi foi na minha vida, nas minhas viagens, nas minhas próprias experiências. O que eu aprendi foi lendo em livros e testando no dia-a-dia. Rezar para o Anjo quando preciso entregar uma matéria que está atrasada não funciona, mas respirar profundamente dez vezes me traz a concentração necessária para escrevê-lo.

Se estou estressada, caminhar no meio do mato me desestressa. Beber águas lunarizadas me fazem crer em uma energia mágica. Abraçar árvores quando estou com meu coração partido, me acalma. Conversar com as minhas flores, me alegra. E se me faz bem, posso te recomendar. Amo pessoas. Amo histórias. Amo conversar. Para mim, o segredo da coisa bem feita é fazer com amor.

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Exista para ser feliz e não para impressionar

Por isso, eu sou avessa a me intitular de qualquer coisa que limite o que eu sou ou do que eu falo usando meu coração. Estou atendendo Sessões Bem-Amadas em um espaço de uns amigos, e eles sim são formados no barato deles, estudados no assunto e profissionais do ramo há mais de 30 anos. O que eu sou na consulta é o que sou na minha casa, fora dela ou no consultório. E eu vou adorar se você me chamar para um happy hour quando acabar nossas sessões! Na consulta você fala, de acordo com o que provei e com os meus conhecimentos, eu te oriento, dentro da sua vida, das suas experiências e assim, encontro a forma de levar “O Mundo é das Bem-Amadas” para a sua vida. Tem que provar da fruta… e garanto que é docinha.

Ontem, um grande amigo me sugeriu de dar trilhas sonoras para os meus textos. Amei a ideia! Então aqui vai o som que traduz o feeling do momento, “I am what I am” da diva Gloria Gaynor:

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4 thoughts on “Eu sou o que eu sou (Sessões Bem-Amadas)

  1. Moça… curti tanto esse seu texto.
    Suas falas me lembram um trabalho q tive… atendedo pessoas!!
    Me identifico contigo. É tão poder sermos apenas si mesmo. É o que temos de melhor… pra oferecer e possuir. Ê vc é mta coisa hein!!
    Acho q a hipocrisia ñ passa por aqui. Os padrões nos botam num sistema. É bom ter preguiça de ser outro.
    Suas palavras e reflexão sobre o conteúdo de si, me animam muito. É um grito mesmo.
    Grata mais uma vez!!!

  2. voce eh o que eh e o que eh, eh uma delicia!!! amando as sessoes e o que eu aprendo com voce!! de fato, nao tem diferentes Leles!! so essa pessoa especial que já esta mudando muitas vidas!! beijos lele

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