Lowsumerism: um estilo de vida

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{Trilha Sonora – Musicoterapia}

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Uma das melhores coisas na vida é se dar conta de que você é perfeitamente feliz sem as coisas que você achava que você realmente precisava.

Eu sempre amei fazer compras. Eu fiz moda e sempre gostei do que era bom. De quatro anos para cá minha veia consumista foi diminuindo… apesar de eu lutar com ela, meu interesse pela moda foi caindo e eu achava que mais uma vez “eu era a enjoada” que se cansava das coisas. Apesar do julgamento cruel comigo mesma, não percebi a jóia que comecei a lapidar dentro de mim através das horas de meditação que aumentaram. Minhas alergias e doenças me levaram a me alimentar melhor…. e “sem querer querendo” fui me desinteressando pelo que antes me fascinava.

Ao assistir (mais um super vídeo): The Rise of Losumerism da Box 1824 (certamente a melhor empresa do Brasil de pesquisa de tendência de consumo) fiz links mais do que importantes e válidos sobre minha filosofia de vida.Imperdível assistí-lo para compreender melhor de onde veio toda a neurose frenética do consumismo e para onde estamos nos movendo, quais as formas para mudarmos o cenário atual, o que cabe a cada um de nós.

Livro incrível da grande Naomi Klein (jornalista, escritora, feminista e ativista canadense) e que teve documentário de Avi Lewis inspirado nele.

Outro dia passeando por uma livraria me deparei com este livro incrível da grande Naomi Klein (jornalista, escritora, feminista e ativista canadense) e que teve documentário de Avi Lewis inspirado nele.

Após assistir o vídeo, finalmente compreendi a ligação entre a “consciência espiritual” (longe de ser Buda, mas mais perto de mim mesma) e a “consciência do coletivo”. Refleti e me dei conta que nesses quatro anos mudei coisas demais e, inconscientemente, fui mais consciente também com o planeta.

Coisas que revolucionei por me sentir melhor comigo e que caem na tendência de Lowsumerism:

Reciclar lixo de casa, deixar luz acesa apenas onde estou (isso quando não apago todas e fico só com velas), não ter mais carro, comprar somente o necessário de comida, roupas e cosméticos (de preferência orgânico ou que eu conheça os produtores), comprar algo novo somente quando o outro já acabou, optar por comidas frescas (portanto ir mais vezes ao supermercado comprando menos cada vez), usar “moon cup” ao invés de absorventes, consertar mais sapatos e roupas (sapateiro e costureira) ao invés de jogar fora e comprar novas peças, cozinhar mais do que comer fora, estar mais perto da natureza assim me sentindo integrada com o planeta e com o todo (me sentir parte do ecossistema), optar por remédios naturais (aromaterapia, florais, chás, musicoterapia), enxergar o sofisticado no simples e literalmente viver o “menos é mais”. O não ter mas saber trocar, o viver fluindo sem condicionar…

Em que mundo as pessoas podem ser felizes se elas cuidam mais do carro do que o que elas comem? Como ser feliz “comprando e jogando coisas fora” e todo dia se deparar com um rio sujo?  Fazer as coisas só “para ser legal com o mundo” não se sustenta. Agora, alterar a própria consciência e transformar sua ligação com sua respiração, sua mente e seu próprio “lixo interno”, naturalmente te levará a atitudes pequenas que causarão um grande impacto no decorrer do tempo.

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Encontre mais buscando menos…

Pensando que esta é uma macro-tendência para as próximas décadas, faz todo sentido o aumento de medicinas alternativas, o retorno do esotérico, bruxarias e etc. É no caminho alternativo que pode estar ferramentas que ajudem a nos conectarmos mais com nós mesmos mesmos. A indústria farmacêutica também faz parte “da massa do consumo”. A medicina salva vidas, mas não te dá saúde. Já as medicinas orientais focam em aumentar a nossa longevidade e assim, melhorar nossa saúde a cada dia.

Deixo aqui o convite para colocarmos na balança nossas prioridades. O que queremos viver e consumir de verdade. O marketing sabe de tudo isso, então prestem atenção… como diz no vídeo, não é um selo verde que ajuda a resolver o problema, mas sim nossa consciência interna.

 

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